sexta-feira, janeiro 08, 2010

Quidam


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Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina, uma pessoa passando apressadamente. Poderia ser qualquer um. Alguém chegando, partindo, vivendo na nossa sociedade anônima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha.

2 comentários:

Maria Fernanda Probst disse...

Poderia ser eu. Em cada linha escrita.

Glauco Guimarães disse...

Bem vinda ao clube Maria.